Vereadores Fábio Meireles e Lúcio Flávio discutem sobre suspeitas de irregularidades na gestão de Emília Corrêa

Nesta segunda-feira (06), durante sessão 7ª Reunião Ordinária da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), os vereadores Fábio Meireles (PDT) e Lúcio Flávio (PL) discutiram sobre suspeitas de irregularidades na gestão de Emília Corrêa (PL). A apuração da CPI é referente à arrecadação das multas de trânsito entre os anos de 2017 e 2024, ou seja, os dois mandatos do ex-prefeito Edvaldo Nogueira (PDT).

A discussão iniciou após Fábio Meireles citar que o fruto do trabalho da CPI que já tem resultados. “Quanto importante é essa Comissão Parlamentar de Inquérito. E aí eu me coloco realmente como um admirador dessa CPI. Foi buscando alguns conhecimentos sobre essa questão de como pagar, o que não pagar, o se deve pagar, o que não deve pagar”, declarou.

Após citar que as investigações da CPI apuram a gestão passada, o parlamentar citou que a gestão atual está agindo diante dos desdobramentos da comissão. Ele foi interrompido por Lúcio Flávio pela insatisfação de citar um ato da prefeita, a qual Lúcio é aliada e pertence ao agrupamento político. No entanto, o áudio da transmissão não conseguiu captar seu posicionamento.

Em seguida, Fábio Meireles voltou a falar sobre a forma que foi conduzida na resolução da discussão. “Agora assim, por exemplo, quando houver uma intervenção, aí eu peço pela parte técnica que haja, claro, o vereador Diego, eu, professora Sônia, Lúcio, nós podemos questionar, falar um do outro, mas que não saia no microfone para que o senhor, enquanto presidente, possa determinar, direcionar, dizer: Olha, Fábio, como o senhor fez agora, mas que não saia no microfone quando o Lúcia tava falando, porque só cabe um interromper o outro na sessão ordinária é uma questão de ordem”. ressaltou.

Foto: Gilton Rosas; Luanna Pinheiro