No próximo dia 04 de outubro, mais de 150 milhões de cidadãos brasileiros devem ir às urnas eletrônicas para exercer o direito universal ao voto. Nas eleições de 2026, como ocorre a cada oito anos, cada eleitor fará seis escolhas distintas entre Executivo e Legislativo, a nível estadual e nacional.
Os votos seguem a seguinte ordem nas urnas:
Deputado federal, com quatro dígitos;
Deputado estadual (ou distrital), com cinco dígitos;
Senador (primeira vaga), com três dígitos;
Senador (segunda vaga), com três dígitos;
Governador e vice-governador, com dois dígitos;
Presidente e vice-presidente da República, com dois dígitos.
Para a definição dos eleitos, são utilizados dois sistemas eleitorais: o proporcional e o majoritário. Senadores, governadores e o presidente são escolhidos por meio do sistema majoritário, que observa qual candidato recebeu mais votos.
Já a escolha para os cargos do Legislativo respeita análise proporcional dos votos. Os votos são computados por partido ou coligação partidária e, em uma segunda etapa, por candidato. Assim, as cadeiras são distribuídas conforme a votação total e preenchidas pelos candidatos mais votados dentro dessas legendas, de acordo com o cálculo dos quocientes eleitoral e partidário.
Caso seja necessário, o pleito realizará um segundo turno previsto para 25 de outubro, conforme determinação do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Foto: John Pacheco/G1/Arquivo