Prefeito de Socorro, Samuel Carvalho, poderá ficar inelegível por até oito anos

O Ministério Público Eleitoral publicou uma decisão na última quarta-feira, 25, reforçando o pedido de cassação do mandato do prefeito do município de Nossa Senhora do Socorro, Samuel Carvalho, e seu vice, Elmo Paixão. A justificativa da medida é de que os políticos teriam utilizado dinheiro público para promoção pessoal.

Segundo o MPE, o então candidato praticou abuso de autoridade e de poder político e econômico, durante o evento gospel “Família no Altar”, realizado nos dias 8 e 9 de março de 2024, no Shopping Prêmio Socorro. As investigações apontaram a utilização de recursos públicos da Fundação de Cultura e Arte Aperipê de Sergipe (FUNCAP/SE) para o pagamento de artistas gospel nacionais, com valores que chegaram a até R$ 180 mil.

Agora, a decisão cabe à Justiça Eleitoral, que pode determinar a cassação do prefeito e do vice, além da inelegibilidade dos envolvidos por até oito anos.

Foto: reprodução/redes sociais